Os pequenos ajustes que tornaram o Ubuntu mais familiar
Tabela de Conteúdo
Na minha primeira publicação sobre a migração para o Ubuntu, escrevi sobre adaptar minhas ferramentas e organizar uma rotina confortável.
Parte disso envolveu escolher aplicativos. Outras questões eram menores: um atalho que eu esperava encontrar, o comportamento do notebook ao voltar da suspensão ou os arquivos que gostaria de ter disponíveis caso precisasse reinstalar o sistema.
Esses detalhes eram menos visíveis do que a mudança de sistema operacional, mas também precisavam de atenção.
Recuperando o histórico da área de transferência
Uma das funcionalidades que eu queria era um histórico da área de transferência, acessível com Super+V.
Copiar e colar é simples até surgir a necessidade de recuperar algo que foi copiado antes do item atual. Ter um histórico facilita essa situação.
Eu queria uma maneira prática de recuperar essas entradas anteriores sem acrescentar mais etapas à rotina.
A configuração do histórico foi um dos ajustes que testei e confirmei depois da migração. Era uma mudança pequena, com um objetivo claro.
Verificando o comportamento após a suspensão
Outro ajuste envolveu o ponto de acesso Wi-Fi do notebook.
Eu queria impedir que ele fosse ativado inesperadamente quando o computador voltasse da suspensão. Para isso, não bastava verificar se a conexão funcionava no momento da configuração.
Fechar a tampa e voltar depois faz parte do uso de um notebook. O estado da rede nesse retorno também importa.
Depois do ajuste, testei o comportamento e confirmei o resultado.
Foi um lembrete de que uma configuração precisa funcionar nas transições comuns do dia a dia, inclusive quando não estou pensando nela.
Preparando uma futura reinstalação
Também queria que meu pendrive reunisse as ferramentas que eu realmente utilizaria depois de reinstalar o Ubuntu ou substituir o computador.
Isso incluía atualizar o Selenia Tools e revisar os arquivos acumulados durante a migração.
Manter apenas a versão mais recente parecia uma maneira simples de organizar tudo. Os materiais de recuperação, porém, exigiam mais cuidado. Um arquivo antigo ainda poderia ter uma finalidade, mesmo sem fazer parte da configuração usada no dia a dia.
As ferramentas foram atualizadas, preservando os materiais de recuperação e de reversão das alterações. A limpeza ficou limitada aos arquivos cuja remoção havia sido revisada e aprovada.
Atualizar as ferramentas e decidir o que poderia ser excluído eram tarefas separadas.
Decidindo onde parar
Também houve mudanças que considerei e preferi adiar.
A criptografia dos discos foi uma delas. Depois de avaliar o que seria necessário para converter a instalação existente, decidi manter os discos sem criptografia por enquanto.
Essa decisão reflete o que eu estava disposto a alterar nesta instalação. Não é uma conclusão geral sobre o que todos deveriam fazer.
Migrar para o Ubuntu trouxe várias oportunidades de reconsiderar minha configuração. Isso não significava que eu precisava fazer todas as mudanças possíveis de uma vez.
Voltando ao uso diário
Esses ajustes não constituem uma análise completa do Ubuntu.
Eles descrevem algumas partes específicas da adaptação do ambiente aos meus hábitos: recuperar textos copiados, verificar a rede depois da suspensão e manter ferramentas úteis de instalação disponíveis.
Outras tarefas, incluindo a validação dos backups, precisam de suas próprias verificações antes que eu possa descrever o resultado com segurança.
Por enquanto, essas pequenas mudanças acrescentam algo mais concreto às minhas primeiras impressões. Escolher os aplicativos foi parte da migração. Ficar confortável com a rotina também tem passado por esses detalhes.